Caixa Indie: Kaze and The Wild Masks

Kaze and The Wild Masks chegará aos consoles e PC no dia 26 de março. O jogo será publicado pela SOEDESCO e o desenvolvimento está sob a responsabilidade do estúdio brasileiro PixelHive. Mas afinal de contas do que se trata esse jogo?

Os anos 90

É inegável que os anos 90 foram incríveis e que muita coisa que vemos atualmente tem como inspiração aquele período. Hoje se discute sobre gráficos, taxas de quadros, resolução, mas naquela época o que importava mesmo para o jogador eram os jogos, o quanto eles eram desafiadores e divertidos.

A onda de projetos feitos em pixel art não acabou e torço para que isso nunca acabe. Muitos estúdios tem olhado para o passado, em busca de inspiração, para trazer ao mundo títulos promissores usando esse estilo de arte incrível. E no caso do Kaze and The Wild Masks não seria diferente.

Assim como vocês, nós tivemos a chance de jogar a demonstração no Xbox One e ficou nítido o quão bom está o game e o potencial que ele tem para se tonar um EXCELENTE jogo.

Ao meu ver o Kaze faz uma ótima homenagem aos jogos daquela década, trás um forte sentimento de nostalgia aos saudosistas, mas também demonstra carinho aos mais novos através de uma jogabilidade moderna. Fora a direção de arte, que tem feito um trabalho incrível. A impressão que tenho que os personagens saíram de uma animação do Looney Tunes.

A história

Kaze e Hogo estão diante de uma porta que dá acesso a um templo. Em seu interior há um artefato mágico, que por algum motivo parece emanar uma certa energia misteriosa. Ambos resolvem entrar e se aproximam do item, até que um deles o toca.

O artefato repele o toque, deixando Kaze desacordada. Hogo entra em desespero, mas o anel o transforma em uma espécie de espírito. Logo depois desses acontecimentos, uma maldição foi liberada e as Ilhas Cristal e seus habitantes correm sério perigo.

Kaze terá como missão salvar o amigo Hogo, libertá-lo da maldição e dar fim ao caos pelas ilhas.

A jogabilidade

O primeiro ponto que avalio em um jogo de plataforma são os controles. Não existe nada mais frustrante do que jogar um game do gênero com controles ruins. Sabe aquele momento que exige um time perfeito e você pressiona o botão e parece que o personagem não se move no tempo certo? Felizmente esse não é o caso do Kaze, cujos controles respondem perfeitamente aos comandos, com uma jogabilidade gostosa e fluída.

Os movimentos da personagem são muito familiares a outros títulos do gênero. Temos um botão para o pulo, outro para o ataque e há alguns movimentos especiais que poderão ser executados no ar e no chão.

Além do básico temos as máscaras selvagens que expandem significativamente a jogabilidade. Ao longo das fases nos deparamos com certas situações que só podem ser superadas com habilidades especiais. Por exemplo: em um dado momento da demo o personagem só conseguiria avançar se tivesse a habilidade de voar. Isso foi possível assim que peguei a máscara selvagem do Falcão.

Em outro estágio, mais a frente, temos a água como uma barreira natural. Aqui a máscara do tubarão permitirá que a personagem consiga se movimentar debaixo d’água. Outros lugares só serão acessíveis através da máscara que permite escalarmos rochas e por aí vai.

O jogo não se concentrará apenas nas batalhas contra os inimigos/chefes, na verdade teremos outros objetivos enquanto viajamos pela fase. Um deles é a coleta de todos os cristais verdes, que só poderão ser encontrados em fases bônus. Já os cristais rosas, que são 100 ao todo, deverão ser encontrados na fase normal.

Por último, não menos importante, são as letras que formam o nome Kaze, que estarão espalhadas pelo estágio e dependerão das habilidades do jogador para encontra-lás.

Trailers

Sobre o estúdio

PixelHive é uma empresa de desenvolvimento de jogos com sede em Porto Alegre, no sul do Brasil. Fundada em 2011, desde então se especializou no desenvolvimento do motor Unity, tendo terceirizado seu trabalho para várias empresas em todo o mundo.

Hoje, sua equipe é formada por 17 membros. Metade deles trabalha com projetos terceirizados, e a outra metade trabalha no projeto Kaze and the Wild Masks.

Website: https://www.playkaze.com/
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